EM PÚBLICO
Eu quero a letra que sua.
Eu quero o leito que soa.
(Poesia feita carne)
Beber teu corpo feito vida;
Tragar, do copo, o puro vinho;
Trazer, da vinha, a bela musa.
Musa linda,
Musa ainda,
Mais ainda.
Bem vinda, boa vida!
Boa vida?...
Tocar,
Tecer romance
Com pelos impúblicos
Da pele imberbe.
Moça pedra leve:
Pele que ressoa;
Pelo que me entoa.
Nacanoa...
Nacanoa...
Nacanoa...
(Na Carne, refiz o Verbo)
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6 comentários:
Lindo!
Bj!
Perfeito...
Amigo (sumido) Cimatti...meu camarada, que coisa mais doidamente linda !!! Parabéns.
André Bianc
Que coisa mais bem vinda numa manhã de sábado. Como um Navegador errante - de canoa - pela poesia você até que está bem certeiro. Adicionado desde já ao Sobejando, para que o caminho por esses mares virtuais fique bem marcado.
Forte abraço!
auíra, valeu pela visita e pela homenagem. sempre q puder, tbm visitarei o pedaço de tua alma expressa em teu blog.
abrç!!
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