domingo, 13 de setembro de 2009

EM PÚBLICO


Eu quero a letra que sua.
Eu quero o leito que soa.
(Poesia feita carne)

Beber teu corpo feito vida;
Tragar, do copo, o puro vinho;
Trazer, da vinha, a bela musa.

Musa linda,
Musa ainda,
Mais ainda.

Bem vinda, boa vida!

Boa vida?...
Tocar,
Tecer romance
Com pelos impúblicos
Da pele imberbe.
Moça pedra leve:
Pele que ressoa;
Pelo que me entoa.

Nacanoa...
Nacanoa...
Nacanoa...

(Na Carne, refiz o Verbo)





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6 comentários:

Máh disse...

Lindo!
Bj!

*Cris* disse...

Perfeito...

André Bianc disse...

Amigo (sumido) Cimatti...meu camarada, que coisa mais doidamente linda !!! Parabéns.
André Bianc

Auira Ariak disse...

Que coisa mais bem vinda numa manhã de sábado. Como um Navegador errante - de canoa - pela poesia você até que está bem certeiro. Adicionado desde já ao Sobejando, para que o caminho por esses mares virtuais fique bem marcado.
Forte abraço!

cimatti disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
cimatti disse...

auíra, valeu pela visita e pela homenagem. sempre q puder, tbm visitarei o pedaço de tua alma expressa em teu blog.


abrç!!

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